27 de janeiro de 2013
26 de janeiro de 2013
25 de janeiro de 2013
Uma história por dia, que bem que lhe fazia!
Hoje foi dia de mais uma história.
Desta vez a escolha recaiu num livro de Luísa Ducla Soares, intitulado «Todos nos sofá», e ilustrado por Pedro Leitão.
Esta é uma obra composta por quadras rimadas, dominada pelos animais e baseada numa sequência numérica.
As imagens são apelativas, o texto é curto e rimado, ideal para repetir, memorizar, dramatizar… e tudo se passa num sofá, o lugar de destaque de uma casa; um lugar de excelência onde a família se reúne; confortável; acolhedor; ideal para sentar, deitar, saltar…brincar.
No livro “Todos no sofá”, Ducla Soares apresenta um improvável conjunto de animais que vai descrevendo, ao longo de curtos versos, em sonoras palavras, numa lei de contrastes.
Para ler ou cantar, este texto permite a exploração de diversas temáticas na área do Estudo do Meio (os animais, sua caracterização e habitat…), da Matemática (as contagens: crescentes e decrescentes; relação do número com a quantidade…), da Língua Portuguesa (descrição física e psicológica; produção de frases recorrendo a outras personagens, lugares, objetos…), rumo ao caminho da aprendizagem numa animada brincadeira.
Que bom é estar no sofá. Mas se nove amigos, entre eles um elefante, resolverem sentar-se ao nosso lado, o que acontecerá?
24 de janeiro de 2013
Stop: Vermelho! O Irre e o Quieto! Parte 1
Por vezes, parece que temos alguma coisa dentro de nós que nos faz levantar da cadeira sem pedir primeiro autorização à professora, ou ainda falar com o colega do lado, interromper a pessoa que começou a falar primeiro que nós.O que faz com que isso aconteça?
Hoje ficamos a saber por que motivo tal acontece.
A professora explicou-nos, que muitas vezes os adultos dizem que determinado aluno é irrequieto, pois não sabem da existência do Irre e do Quieto (ela como é uma criança com um tamanho maior que o nosso compreende bem o que os adultos pensam).
O Irre e o Quieto são duas personagens que aparecem no livro do projeto «Crescer a Brincar», e são muito diferentes uma da outra.
O Irre entra dentro de nós quando estamos distraídos e faz-nos fazer o que não devemos (como estar mal sentado na cadeira). O Quieto, pelo contrário, ajuda-nos a ser bons e a saber estar na sala de aula (como estar sentado corretamente na cadeira, estar com atenção a tudo o que a professora explica, a trabalhar com a máxima concentração, entre outras coisas).
Por isso teremos de os conhecer muito bem e saber identificá-lo quando aparecer no nosso corpo.
Este é o IRRE.
Ele gosta muito de se mexer, mas como não tem braços nem pernas, nem língua. Por isso, para se mexer, precisa das pernas, dos braços e da língua dos meninos. Quando o IRRE vê um menino ou menina muito bonitos, entra neles e mexe-lhes as pernas, os braços, a língua e não o deixa estar sossegado.
Gosta muito de estar sossegado e calminho dentro dos meninos para eles poderem fazer muitas outras coisas.
Daqui a algum tempo, aprenderemos as estratégias que devemos seguir para que o Irre se afaste, e o Quieto saia vencedor. Para isso, teremos que estar atentos a todos os sinais e mandá-lo embora sempre que necessário.
E para não nos esquecermos que a cada dia dia devemos ser sempre melhores em todos os aspetos, e para que não sejam esquecidos, a partir de segunda feira, o Irre e o Quieto passarão a viver na nossa sala!
Daqui a dias poderão comprovar, pois vamos mostrar imagens da sua chegada!
23 de janeiro de 2013
22 de janeiro de 2013
21 de janeiro de 2013
Brincando...com a matemática!?!
E na sequência do post publicado ontem, mostramos outras criações com que os nossos pequenos construtores de magia,nos surpreenderam.
20 de janeiro de 2013
Brincando...com a matemática!
O nosso manual de matemática no início de cada "aventura", incentiva os alunos a realizar com um adulto (em casa) uma atividade relacionada com um dos conteúdos que será abordado ao longo do capítulo que vamos trabalhar.
No início desta aventura, foi proposto aos alunos que recolhessem embalagens de cartão (caixas de cereais, de pasta de dentes, rolos de papel higiénico, rolos de papel de cozinha...entre outros), e com essas embalagens fizessem uma construção e a trouxessem para a escola.
Na sala, antes de a mostrarem aos colegas, devê-la-iam descrever para ver se os colegas conseguiam adivinhar, o que tinham construído.
A verdade é que grande parte dos alunos cumpriu a tarefa com sucesso e brindou-nos com construções super hiper mega fantásticas!
O que não chegou a acontecer foi a descrição de cada umas das construções.O entusiasmo em mostrar o trabalho que fizeram com os pais era tanto, que nem sequer as esconderam dos colegas de forma a dar-lhes pistas para adivinharem o que "arquitetaram"!
Parabéns... A todos, o meu obrigada, pela participação e pela construção dos trabalhos que já estão expostos na sala!
Parabéns... A todos, o meu obrigada, pela participação e pela construção dos trabalhos que já estão expostos na sala!
Fica aqui o registo de alguns dos trabalhos realizados. Amanhã mostraremos mais!
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