28 de fevereiro de 2013

É sempre bom saber mais!

O que é a Dislexia?

A dislexia não é uma doença. Trata-se de uma disfunção neurológica – ou transtorno, de origem genética e hereditária, que leva à dificuldade na decodificação da leitura e, consequentemente, dificuldades para a escrita e compreensão de textos:“A condição se instala durante o desenvolvimento fetal. Durante a gestação, as células que formarão o cérebro ‘viajam’ do centro para fora, de baixo para cima, até chegarem aos locais pré-programados geneticamente. Na dislexia, algumas células não chegam onde deveriam, o que gera estas dificuldades ou alterações de processamento”, diz Maria Inez Ocanã De Luca, psicóloga, membro da Associação Brasileira de Dislexia (ABD).

Condição afeta área do cérebro responsável pela leitura, mas não impacta a inteligência
O primeiro diagnóstico de dislexia foi feito há mais de cem anos. Um grupo de cientistas tentava descobrir por que tantas crianças estavam sendo encaminhadas para o atendimento médico por conta de dificuldades na escolarização. Entre os casos, um adolescente de 14 anos possuía boas habilidades em matemática, mas dificuldade para ler e escrever (é comum as pessoas acharem que os disléxicos têm capacidades intelectuais alteradas, o que não é verdade).

Após diversos estudos, foram identificadas áreas cerebrais responsáveis pelo processamento da leitura. Mas é importante lembrar: pessoas com dislexia possuem dificuldades com a leitura, porém, não apresentam nenhuma lesão no cérebro.
Diagnóstico normalmente é feito após o início da vida escolar.

Apesar de a criança nascer disléxica, para se realizar o diagnóstico é necessário que ela tenha passado por, pelo menos, dois anos de escolarização. Só desta forma é possível identificar a principal característica da dislexia, que é o desenvolvimento, em geral, mais lento do que o das outras crianças, apresentando dificuldades para a escrita e a leitura.

“É observado um pequeno atraso no desenvolvimento da fala e da coordenação motora da criança ainda pequena, porém, isto não é considerado significativo pelos pediatras e acaba se tornando mais latente no período da alfabetização”. Outras características seriam a dificuldade no processamento de informações e memória recente prejudicada.
É possível, também, que o diagnóstico seja feito somente em idade adulta, “por falta de conhecimento ou porque as dificuldades eram atribuídas a outros problemas erroneamente”, explica. 

A psicóloga destaca que existem também habilidades e dificuldades diferenciadas entre os disléxicos, o que dificulta a identificação do transtorno. “Alguns apresentam maior dificuldade de processamento das informações auditivas. Outros, das visuais”, acrescenta.

O diagnóstico deve ser feito por uma equipe multidisciplinar. São feitas avaliações de processamento auditivo, oftalmológico e neurológico. “Além destes exames, devem ser feitas avaliações psicológicas, fonoaudiológicas e também psicopedagógicas. Só depois de todas estas avaliações é possível identificar se é dislexia ou não a dificuldade apresentada pela criança ou pelo adulto”, destaca Maria Inez.

5 características que ajudam a identificar a dislexia

1) A criança, ainda pequena, apresenta atraso no desenvolvimento da fala e da coordenação motora ;

2) Na fase de alfabetização, a criança evita situações de leitura e escrita;

3) A criança desenvolve ansiedade em relação à escola;

4) Tem a memória recente prejudicada;

5) Apresenta baixa velocidade no processamento de informações.

Fonte: Marina Teles/O que eu tenho?/Uol

O que é? O que é?



26 de fevereiro de 2013

Não são só as crianças que crescem!

No dia quinze de fevereiro, semeámos uns bolbos e colocámo-los juntinho à janela.
Temos tratado bem deles, e passado dez dias...é neste estado que eles se encontram:






25 de fevereiro de 2013

Uma girafa?

Há tempos, dissemos que a professora pediu à D. Alice uma fita métrica para nos medir e que andava a inventar qualquer coisa...
Descobrimos durante a semana passada o que era! Nós até achamos piada...mas ter uma girafa dentro de uma sala de aula é complicado!
Ela por acaso é educadinha e nem sequer fala! Passa os dias a olhar para nós a ver se nos portamos bem...
Uma girafa! Uma girafa dentro de uma sala de aula?!
Não sabemos a que Jardim Zoológico a foi buscar, mas, que na nossa sala existe uma girafa, existe!
...uma girafa métrica.

24 de fevereiro de 2013

Vamos construir um vidrofone?

Hoje  compartilharmos uma atividade realizada na semana que passou.
Construímos um vidrofone.
Juntamos alguns copos de vidro, todos com o mesmo tamanho e fomos colocando água em diferentes quantidades em cada um, e observando as transformações sonoras que aconteciam. 
Ao tocar nos copos acima da linha da água, o som produzido varia. O som é mais grave nos copos com mais água, porque ao vibrar o copo de vidro, vibra também a água e o ar que o copo contém.
Como está mais cheio de água, tem menos ar a vibrar, logo produz um som mais grave.
No copo que tem mais ar, há mais ar a vibrar e o som é mais agudo.
Esta experiência foi muito divertida e os alunos  puderam tocar o instrumento.

O foguetão do Nikita!

Mais uma construção!!
Desta vez foi o Nikita quem chegou de foguetão à sala do 1º C!


22 de fevereiro de 2013

Uma história por dia, que bem que lhe fazia!



Quase todas as semanas, às sextas feiras, trabalhamos obras do Plano Nacional de Leitura, num horário a que chamamos: "Hora do Conto",  integrado na área de Estudo Acompanhado.
Esta atividade tem como principais objectivos: estimular na criança, na família e na comunidade a utilização do livro; desenvolver a linguagem e as competências de leitura e escrita pelo contacto com livros diversos.
Hoje escolhemos a história: "A Menina Verde" da escritora Luísa Ducla Soares, retirada do livro « Gente Gira».
Esta história leva-nos a concluir que todos nós temos qualidades que nos distinguem dos outros e que é isso que nos torna especiais.


Afinal porque seria verde, a Menina Verde?

  • Porque comia muitas folhas. - Simão
  • Porque comia muita alface. - Simão Teixeira
  • Porque o mundo dela queria que ela fosse verde. - Daniel
  • Porque devia comer uvas verdes. - Pedro
  • Porque nasceu assim. - Beatriz Sá
  • Porque verde é a cor da esperança. - Maria
  • Porque gostava de ser verde, e para ficar ainda mais verde, comia muitas alfaces. - Beatriz Pinheiro