5 de maio de 2013

Dia da Mãe



O Dia da Mãe é uma data comemorativa que em Portugal se celebra no primeiro Domingo do mês de Maio. O Dia da Mãe chegou a ser celebrado a 8 de Dezembro, mas passou a ser celebrado no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Virgem Maria, mãe de Cristo. 
A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães, e neste dia, os filhos costumam organizar e oferecer surpresas às suas mães, para lhes mostrarem o quanto gostam delas e para agradecer todo o empenho e dedicação destas ao longo dos anos.
Na sala de aula também fizemos questão de prepararmos uma prendinha para elas, pois bem merecem. Espero que todas tenham gostado.
Nós adoramos fazê-las...

3 de maio de 2013

Palestra sobre alimentação saudável...

Hoje recebemos visitas. 
Três técnicas da Eurest, empresa responsável pela alimentação da nossa cantina, vieram promover e sensibilizar os alunos para a prática de estilos de vida saudáveis.
Para motivar e sensibilizar os mais pequenos para os cuidados a ter com a alimentação as palestrantes para além da apresentação de um PowerPoint que serviu de base para uma sensibilização a bons hábitos alimentares, fizeram algumas atividades das quais resultaram quatro magníficos cartazes com a roda dos alimentos. 
Gostamos bastante!

1 de maio de 2013

E hoje é feriado porque...

É o... 




O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente a 1 de Maio, sendo feriado em várias países da Europa. A sua origem remonta ao dia 1 de Maio de 1886, nos EUA, quando mais de 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. 
Em consequência a polícia tentou dispersar a manifestação, ferindo e matando dezenas de operários. 
A 5 de Maio de 1886 os operários regressaram às ruas e registaram-se novamente feridos, com manifestantes a serem presos. A opinião pública repudiou a ação da polícia e do Governo, assim como das entidades patronais e em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores.Já em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas. 
Em Portugal, o 1º de Maio começou a ser festejado a partir de Maio de 1974, após a revolução do 25 de Abril.

23 de abril de 2013

Hoje comemora-se...

...o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.
O dia foi batizado por iniciativa da UNESCO, em 1996, como forma de celebrar um pouco por todo o mundo o prazer da leitura.
A razão para a escolha do dia 23 de Abril deve-se ao facto de ser uma data simbólica para a literatura pois, neste dia, nasceram e desapareceram importantes escritores mundiais, como William Shakespeare.
Em Portugal, o dia é festejado em várias cidades portuguesas que organizam atividades para todas as idades e gostos.
Na nossa sala de aula, assinalou-se este dia com a pintura deste desenho:


Outra atividade realizada, após um breve diálogo sobre a importância dos livros, foi perguntar a cada um dos alunos qual o livro que seriam, se por magia se pudessem transformar num.

A Barnca de neve - Ana Faria
As princesas - Ana Costa
Os três porquinhos - André
A gata Borralheira - Beatriz Pinheiro
A Barbie salva o castelo - Beatriz  Rodrigues
A bailarina Poppie - Camila
A formiga horripilante - Daniel
O macaco de rabo cortado - Emanuel
Ruca - Flávio
A bela e o monstro - Francisca
Faísca Mcqueen - Graça
Batman - Eliano
A carochinha- Lara
Os três tesouros - Marco
Patinagem no gelo - Maria
Spiderman - Martim
Batman - Nikita
O melhor pai do mundo - Pedro
A pedra dos desejos - Rafael Rodrigues
Os sete anões- Rafael Damião
Homem Aranha - Rafael Ribeiro
O macaco de rabo cortado - Simão Paiva
O ovo do Ivo - Simão Silva
Os sete cabritinhos - Sofia
Barbie - Tatiana

21 de abril de 2013

É sempre bom saber mais!

A IMPORTÂNCIA DE CONTAR HISTORIAS…


Cada vez mais a crianças vão perdendo essa capacidade fantástica que é sonhar, imaginar….Isso acontece porque, entre outros motivos, a magia deixou de ser “trabalhada”com os pequeninos, deixou de ser estimulada por nós, adultos.

Uma das melhores formas de manter a magia viva são as historias…OS CONTOS DE FADAS!

Do ponto de vista dos adultos, as respostas que os contos de fadas dão são mais fantásticas do que reais. No entanto, estas soluções, tão incongruentes para alguns adultos, são as únicas que as crianças (principalmente em idade pré escolar) conseguem compreender, e isto porque lhes falta a compreensão abstracta necessária para dar um sentido ao concreto, ao real.

As explicações científicas exigem um pensamento objectivo. Nenhuma criança em idade pré-escolar pode verdadeiramente aprender estes dois conceitos, sem os quais a reflexão abstracta é impossível.

A criança sente quais dos muitos contos de fadas são a verdade para a sua situação interior de momento (a qual ela não sabe, por si só, gerir), e sente também em que ponto da história esta lhe dá uma achega para poder enfrentar um problema difícil.
Mas isso não é imediatamente resolvido, nem se consegue quando se ouve um conto de fadas pela primeira vez. Alguns dos elementos do conto são demasiado estranhos – como têm de sê-lo, a fim de se dirigirem a emoções profundamente escondidas.
Só com a repetição frequente do conto, e quando tenha tido tempo suficiente e oportunidade para se debruçar sobre ele, é que a criança pode aproveitar plenamente o que a história tem para lhe oferecer no tocante à compreensão de si própria e do mundo.

Só então as livres associações da criança produzem o sentido mais pessoal do conto; só então o conto a ajuda a resolver os problemas que a oprimem.

Conheci pais cujos filhos reagiam a um conto de fadas dizendo “Gostei”, e assim apressavam-se a contar-lhes outro conto, pensando que mais um conto aumentaria o prazer da criança. Mas o comentário do filho exprimia provavelmente um vago sentimento de que a história tem qualquer coisa de importante para lhe comunicar – qualquer coisa que se perderá se não se ler à criança de novo a história, e se não se lhe der tempo para a aprender.

Desviando os pensamentos da criança prematuramente para uma segunda história, poder-se-á desfazer o impacto da primeira, ao passo que, fazendo-se isso mais tarde, se poderá antes aumentá-lo.

Quando lemos contos de fadas aos nossos filhos, ao deitar, eles (dependendo do modo como contamos a historia e da entoação que lhe damos) parecem fascinadas. Mas, muitas vezes, não se lhes dá a oportunidade para contemplarem os contos ou para reagirem; elas são imediatamente arrebanhadas, ou para outra actividade ou para outra história diferente da que lhes contaram antes, o que dilui ou destrói a impressão que o conto criou.

Quando damos às crianças tempo suficiente para reflectirem sobre a história e quando as encorajamos a falar no assunto, então conversas posteriores revelam que, emocional e intelectualmente, a história oferece-lhes muito.

Por tudo isto deve dar-se à criança a oportunidade de – vagarosamente – assimilar um conto de fadas, fazendo a junção das suas próprias associações com o conto.

Alerto para a desvantagem dos livros ilustrados, hoje tão preferidos por adultos e crianças, mas que acabam por, com as ilustrações, distrair em vez de ajudar - as ilustrações afastam a imaginação da criança daquilo que, por si próprias, e sem ajuda, elas sentiriam graças à história. A história ilustrada perde muito do conteúdo pessoal que poderia trazer à criança.

Fátima Poucochinho